sábado, 28 de junho de 2014


O pica-pau  é uma ave de pequeno porte, da família Picidae, da qual existem por volta de 179 espécies espalhadas pelo mundo.
Distribuídas por todo o Brasil, existem 42 espécies de várias cores, tamanhos e que emitem diferentes sons. Esses sons são na verdade gritos, pois o pica-pau não canta.
A principal característica do pica-pau é seu bico muito duro, comprido, reto e pontiagudo, um verdadeiro martelo, que torna possível sua alimentação. Alimenta-se principalmente de larvas que vivem e destroem o interior das árvores e de insetos que encontra na casca dos troncos, ou seja, o pica-pau tem papel fundamental no controle dos insetos e larvas que poderiam infestar outras árvores. Algumas espécies alimentam-se também de frutas, formigas e larvas de abelhas, cupins e vespas, que obtém destruindo seus ninhos.
Biólogos e ornitólogos acreditam que o pica-pau sabe onde martelar, onde estão larvas ou insetos através de sua grande capacidade auditiva, ou seja, ele é capaz de ouvir, segundo esses profissionais, o barulho de suas vítimas em potencial.
Para capturar sua presa no interior das árvores, o pica-pau “martela” o tronco com o bico, abrindo pequenos buracos e os explorando com sua longa língua cilíndrica, pegajosa, de ponta afilada e flexível. Sua língua pode chegar a ser cinco vezes maior que seu bico. Chegam a dar 100 batidas por minuto. Por isso, o músculo do pescoço dos pica-paus é muito forte. Para protegê-los de toda essa vibração, seu crânio tem uma espessura maior que das demais aves. Para se manter na posição vertical, o pica-pau tem os pés muito fortes.
Essa ave é solitária, sendo que só são sociáveis na época da reprodução, quando o macho atrai a fêmea dando fortes pancadas nos troncos. O casal formado constrói o ninho, de preferência em árvores altas (para se proteger de predadores) e mortas (por ser mais fácil fazer o buraco para o ninho). Muito inteligente, o pica-pau cava o buraco para o ninho de baixo para cima, formando um corredor ascendente, para proteger o ninho de chuvas e ventos.
Cada ninhada tem em média 3 pequenos ovos brancos. Macho e fêmea chocam os ovos intercaladamente, sendo que o macho ajuda a fêmea com a alimentação dos filhotes, após o nascimento dos mesmos.
Os filhotes são cegos e pelados ao nascerem, e, antes mesmo de enxergaram, já brincam de bater o bico. Geralmente abandonam o ninho após cinco semanas

 

 

Animais Vertebrados

Saiba mais sobre os animais vertebrados, suas principais características gerais, suas vantagens sobre as demais espécies, animais vertebrados: anfíbios, répteis, aves, mamíferos


Coluna vertebral: característica dos vertebrados
 
Introdução 
 
Os animais vertebrados são os seres vivos que possuem o organismo mais avançado em nosso planeta. Eles possuem como característica principal: medula espinhal e coluna vertebral (formada por vértebras).
 
Características gerais dos animais vertebrados
 
Outras características importantes são o fato de possuírem músculos e esqueleto, o que permite que eles realizem movimentos mais complexos. Sua habilidade nos movimentos e sua inteligência, fazem com que os vertebrados tenham uma vantagem sobre as demais espécies.
 
Muitos animais como os anfíbios, répteis, aves e mamíferos, inclusive o homem fazem, parte deste grupo.
 
Sistema Nervoso
 
A maior parte dos vertebrados possui um sistema nervoso bastante desenvolvido. Seu sistema nervoso central é composto pelo cérebro e medula espinal. Nos vertebrados inferiores o cérebro controla predominantemente as funções dos órgãos sensoriais. No caso dos vertebrados superiores, o cérebro, que é maior, permite uma troca de informação mais intensa entre as diferentes partes do organismo. 
 
Limitações em relação aos invertebrados
 
Como vimos, os vertebrados são seres vivos que possuem muitas vantagens em relação aos invertebrados, contudo, é importante sabermos que eles também possuem muitas limitações.
 
Se fizermos uma comparação, veremos que o número de animais vertebrados (aproximadamente 50.000 espécies) é inferior ao grupo de animais invertebrados. Uma das razões é a diferença de tamanho existente entre estas duas espécies, os vertebrados geralmente são maiores, e, por esta razão, ocupam mais espaço. 
 
Exemplos de animais vertebrados:
 
- Homem e as outras espécies de mamíferos (boi, cachorro, girafa, macaco, tamanduá, leão, onça, jaguatirica, baleia, lontra, hipopótamo, tigre, gato, urso, ariranha, etc.)
- Répteis (tartarugas, cobras, serpentes, jacarés e iguanas).
- Aves (gavião, urubu, cegonha, pato, ganso, marreco, papagaio, galinha, peru).
- Peixes (tucunaré, lambari, bagre, pirarucu, sardinha, cação, peixe-beta, tubarão).
- Anfíbios (sapo, salamandra, rã, tritão).
 
Classificação Científica dos Animais Vertebrados:
 
 
 
 















 
Para quem gosta de observar os animais e para quem gosta de ter em sua casa espécies exóticas e mesmo para quem não tem muito dinheiro ou tempo para dispender com os animais – Apresento-vos o Caranguejo Ermita!
            Existem várias espécies de Caranguejos Ermita. Marinhos, terrestres,  de água doce, de água salgada, etc. Mas a espécie mais conhecida no mundo dos animais de estimação é o famoso Caranguejo Ermita Trepador de Árvores Coenobita clypeatus, um caranguejo terrestre habitante das margens de areia fina das ilhas das Caraíbas e do México.
Condições de manutenção
            Os Caranguejos Ermitas são muito pouco exigentes a nível de espaço. Qualquer pequeno aquário (25 –30 cm) pode alojar um par de cranguejos. Nunca compre só um animal pois este iria com certeza morrer de stress. Estes animais gostam de viver em comunidade. Se quiser mais do que um par, coloque-os num aquário um pouco maior.
            São de um habitat sub-tropical e não sobrevivem a temperaturas muito baixas. Ambientes abaixo dos 18ºC ou acima dos 32ºC deverão ser evitadas pois põe em risco a vida do seu caranguejo. Coloque um tapete ou lâmpada de aquecimento de modo a conseguir uma temperatura média de 25ºC dentro do seu aquário.
            No fundo do terrário coloque areia de cálcio (muitas vezes utilizada para répteis). Cinco centímetros de espessura possibilitam aos animais cavarem e se esconderem na areia. Coloque um tronco de madeira (por ser um mopani por exemplo), um pequeno recipiente baixo (1 cm) para levar um pouco de água e um pequeno recipiente para a comida. O seu aquário está pronto. Agora use a imaginação e decore-o de uma forma que se pareça natural e apelativa. Espalhe algumas conchas vazias pelo fundo do aquário pois, como vai ler mais à frente, estão vão-lhe ser muito úteis.
Alimentação e banhos
            Um animal com uma boa alimentação, rica e variada, pode atingir algumas dezenas de anos. Existem já no mercado alimentos específicos para Caranguejos Ermita, em granulados ou em patés enlatados, mas estes animais podem também alimentar-se de vegetais, frutas e até comida de cão.
Deve ser dado semanalmente um pequeno banho aos Caranguejos Ermita. Coloque-os dentro de um recipiente com àgua e deixe-os encher as conchas de água.            
Este processo evita que o seu exoesqueleto seque demasiado. Os Caranguejos Ermita fazem uma muda de casca anual e nessa altura necessitam de uma quantidade de água acima do normal.
Particularidades
            Várias coisas tornam estes animais divertidos de observar. As suas relações e necessidade de viverem em grupo. As suas proezas de alpinismo quando escalam os troncos adormecendo muitas vezes nas partes mais altas (coloquem os troncos inclinados no aquário) e a capacidade de escolherem e trocarem de concha como nós fazemos com o nosso vestuário.
            Se colocar várias conchas vazias dentro do aquário, estas não vão servir só de decoração. Estes Caranguejos gostam de trocar de conchas e muitas vezes ocorrem grandes lutas se mais do que um Caranguejo quer ficar com uma concha específica. É muito interessante observar como o animal se aproxima e examina a concha vazia, se lhe parecer boa, rapidamente sai da concha onde reside e enfia-se na concha nova. Se achar que esta é, de facto, melhor do que a anterior, esquece a velha e fica com a nova, senão regressa à antiga.
            Daí que não adianta muito, para quem tem vários Caranguejos, marcar as conchas pois durante uma noite pode haver uma troca de roupas que baralha a aparência de todo o grupo.
            Existem no mercado conchas vazias muito bonitas que podem ser usadas para este efeito e até conchas pintadas com tintas não tóxicas para alegrar um aquário de um jovem amante de Caranguejos Ermitas.
            É um animal barato, de fraca manutenção, que requer pouco espaço, divertido de observar e de longa duração.
       

animais invertebrado são aquele que não tem coluna vertebral, ou seja não tem osso

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Edição 205 - Março de 2013

© DMITRI BOGDANOV
O Tyrannoneustes lythrodectikos era parecido com os crocodilos marinhos do gênero Geosaurus
O formato do corpo devia ter um quê de tubarão, mas a mandíbula não deixava dúvidas: o predador, um crocodilo, era capaz de devorar presas de tamanho considerável. A partir de um fóssil incompleto encontrado na Inglaterra, paleontólogos britânicos, americanos e o brasileiro Marco Brandalise, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), descreveram um novo gênero e espécie de crocodilo marinho extinto. O Tyrannoneustes lythrodectikos, nome científico dado ao animal que significa “nadador tirano de mordida sangrenta”, viveu há 165 milhões de anos (Journal of Systematic Paleontology, janeiro de 2013). “Ele deve ter sido o crocodilo marinho mais feroz em seu ambiente”, diz Brandalise, que participou da análise dos dentes do fóssil. O espécime descoberto media mais de três metros de comprimento, tinha dentes robustos que eram bons (mas não ótimos) para cortar, perfurar e esmagar suas presas. Podia engolir peixes menores, moluscos e estraçalhar em pequenos pedaços répteis marinhos e até tubarões. Segundo Brandalise, não é possível fazer uma reconstrução precisa de como era a nova espécie de crocodilo, visto que o material fóssil resgatado se limitava a uma grande mandíbula, uma parte do esqueleto pós-cranial e alguns dentes pontudos e serrilhados. No entanto, os pesquisadores acreditam que ele era bastante semelhante aos crocodilos do gênero extinto Geosaurus, que também viveram na Europa e surgiram de 5 a 10 milhões de anos depois do Tyrannoneustes.

o asaseno

Nome científico: Carcharias taurus
Classe: Peixe
Hábitos alimentares: Carnívoro.
Status de conservação: Vulnerável.


 
Informações gerais:
O tubarão Mangona, Carcharias taurus, é um tubarão de hábito noturno, tem um comportamento e natação calmo e lento, apesar da sua aparência bem agressiva por conta dos seus dentes pontudos expostos para fora da boca. Para manter a flutuabilidade neutra ele engole ar da superfície, que fica armazenado em seu estomago, assim ajuda ele a nadar estável em meia água.
Longevidade:
cerca de 25 anos.
Dieta:
No ambiente natural consomem uma grande variedade de peixes, tubarões menores, raias, lulas, caranguejos e lagostas. No Aquário de São Paulo é oferecido 3 vezes por semana peixes como: Anchova, Sardinha, Tainha, Bicuda, Agulhinha, Pescada, entre outros. Tamanho: 3 m de comprimento e 150 Kg.
Distribuição geográfica:
Regiões costeiras dos Oceanos Atlântico, Índico, Indo-Pacífico, Mar Mediterrâneo e Mar Vermelho, inclusive no litoral brasileiro. Conservação: Esse tubarão teve um declínio em sua população devido a pesca acidental em rede de espera e espinhel e também pela pesca excessiva para consumo das nadadeiras (barbatanas) como iguaria na culinária e também para utilização na indústria farmacêutica para produção medicamentos

peixe anfibio

Essa natureza não tem limites! Os peixes do gênero Periophthalmus, também conhecido como “Saltador do Lodo” são peixes que possuem características que os fazem parecer, ou pelo menos agir como, anfíbios. A posição dos olhos definiu o nome do gênero: Periophthalmus que significa “olhos posicionados na região periférica”. Este gênero tem até agora 17 espécies descritas!
Os peixes são pequenos, geralmente encontrados no lodo, nas regiões costeiras tropicais e subtropicais do Indo-Pacífico e na costa ocidental de África, em ecossistemas como os manguezais que temos aqui. Por causa de magníficas adaptações a vida anfíbia, são bichos extremamente ativos fora da água, inclusive podem saltar e tudo.
Para essa capacidade anfíbia, suas adaptações são inúmeras e inclui mudanças na anatomia como a presença de barbatanas peitorais modificadas que funcionam como patinhas para se locomover. Como os anfíbios possuem capacidade de respirar através da pele, da mucosa oral e da faringe, mas também possuem câmaras branquiais, que podem reter água, permitindo aos peixes continuar a retirar oxigênio dessa água, mesmo quando estão fora dela. Outra importante adaptação é a capacidade de fazer escavações profundas em sedimentos macios, que ajudam o animal na termorregulação, evitar predadores e ainda são como “maternidades”, uma vez que é ali que os Periophthalmus desovam e guardam os ovos até à eclosão. Mesmo enterrados no lodo, as câmaras branquiais permitem que ele controle bem o oxigênio que o corpo necessita.
Como seus olhos são enormes, eles possuem uma excepcional visão e tem noção exata das distâncias. Ele pula de um lado para o outro com uma agilidade surpreendente para um peixe comum. Para comer ele prefere vermes, crustáceos e pequenos animais que vivem no lodo. Show!
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Isso é muiiiiiiito estranho!
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Um passeio fora d’água…
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Quanto mais eu estudo, mais acho que tenho que estudar

dinossauro

Conhecendo os Dinossauros 
Os dinossauros surgiram em nosso planeta na Era Mesozóica, conhecida por isso como Era dos Grande Répteis. Esta era  durou de 248 milhões a 65 milhões de anos atrás. Os dinossauros surgiram há aproximadamente 220 milhões de anos, e dominaram o planeta durante toda a Era Mesozóica.
Pesando, na maioria dos casos, toneladas, os enormes répteis alimentavam-se de carne, frutas, plantas e de insetos. Tinham uma grande dificuldade de deslocamento em função de seu peso.
A teoria da extinção dos dinossauros 
A teoria mais aceita para explicar a extinção dos dinossauros é a que defende a queda de um asteróide na região do atual México, no período Cretáceo. De acordo com paleontólogos, esse asteróide teria aproximadamente 14 km de diâmetro e no momento do impacto, levantou uma nuvem de poeira que cobriu a Terra por meses, impedindo a penetração de raios solares. Muitos animais e vegetais morreram com a falta de luz solar. Sem alimentação abundante, os dinossauros foram morrendo com a falta de alimentos.
Descendentes dos dinossauros 
A paleontologia conseguiu produzir muito conhecimento sobre a vida dos dinossauros. Os paleontólogos analisaram diversos fósseis de dinossauros e chegaram a algumas conclusões. O velociraptor, por exemplo, evoluiu para algumas espécies de aves que conhecemos hoje. Animais como o dragão de comodo e diversas espécies de  lagartos também são parentes diretos de alguns tipos de dinossauros.
Nome das principais espécies de dinossauros 
- Tiranossauro Rex
- Rex Diplodocus
- Velociraptor
- Pteranodon
- Antarctossauro
- Saltasaurus

- Elasmosaurus
- Brachiosaurus

o louva Deus


existe 2.000 espesse de Louva-Deus 

a vida do dragao de komodo

Chegam a ter 3,5 metros de comprimento, seu peso atinge até 125 kg, sua cor varia entre marrom e acinzentado, e pode viver até 50 anos. Em cada pata tem cinco garras enormes. Sua aparência lembra os extintos dinossauros, mesmo porque, o dragão de Komodo já vivia na Terra muito antes do aparecimento do homem.
Essa espécie de lagarto é uma descoberta “recente” para os cientistas ocidentais, que conheceram o dragão de komodo apenas em 1912. Isso ocorreu pelo isolamento em que vive essa espécie. Os Dragões de Komodo habitam a Ilha de Komodo (origem de seu nome) e algumas pequenas ilhas próximas, na Indonésia.
Apesar de seu tamanho, se locomovem com rapidez. Carnívoros e vorazes caçam com muita habilidade. Podem matar utilizando sua cauda, garras e mandíbulas poderosas. Quando a vítima escapa das garras do dragão, acaba morrendo por infecção, causada por bactérias presente na boca do lagarto. Essas bactérias são tão poderosas, que se um dragão morder a si mesmo, morre por infecção das bactérias presentes na própria boca.
Em seu cardápio estão macacos, cobras, porcos, veados, javalis, cervos e dragões pequenos. Esses animais de médio porte podem ser comidos vivos pelo lagarto, que os corta em pedaços com os dentes. Suas partes preferidas, as primeiras que devora são as entranhas e a língua da presa.
Animais maiores como javalis, cabras, búfalos, cavalos e mesmo homens geralmente não são devorados assim que atacados. São mordidos e morrem por infecção após alguns dias. Quando a carne entra em estado de putrefação, o cheiro atrai o dragão de cômodo, ainda que a uma distância de até 7 km, que é o alcance do olfato desse fabuloso animal. A carniça está entre as preferências do lagarto, talvez pela maior facilidade de arrancar os pedaços de carne, seja com a boca, seja com as grandes unhas.
Na época da reprodução, no fim da estação das chuvas, a fêmea deposita de 24 a 30 ovos em buracos que ela mesma faz na areia. Entre 6 e 8 semanas os ovos eclodem. Os filhotes nascem com 25 cm de comprimento, o que os torna vulneráveis a alguns predadores, inclusive aos próprios dragões adultos.
Inúmeros habitantes das Ilhas onde são encontrados esses lagartos já foram mortos por consequência de ataques de dragões. A infecção causada pelas bactérias presentes na boca dos dragões, era mortal há alguns anos.
Atualmente, se o tratamento medicamentoso for rápido, uma pessoa atacada por um dragão pode ser salva, porém fica com marcas para sempre. Devido ao perigo eminente, as casas dos moradores das Ilhas são comumente construídas sobre estacas.
Apesar de estarem no topo da cadeia alimentar, pois não existem predadores para os dragões adultos, esses animais são protegidos por lei. A estimativa é de que existam cerca de cinco mil dragões de komodo espalhados por poucas ilhas da Indonésia. Apesar dos perigos de se aproximar de um animal como esse, os dragões se tornaram uma atração turística das Ilhas.

cobras venenosas

Cobra
Surucucu: cobra peçonhenta

Cobra é o nome dado a répteis rastejantes, de corpo alongado e sem patas. Na verdade, chamar esses animais de “serpentes” é mais correto, já que “cobra”, em alguns países, é uma palavra usada somente para falar das najas, encontradas na África e na Ásia.
Naja: cobra verdadeira
Naja: cobra verdadeira.
Existem, somente no Brasil, pelo menos 370 espécies de serpentes, de variados tamanhos, formas e cores.
Ao contrário do que muita gente pensa, são poucas as espécies de serpentes capazes de causar danos aos seres humanos. Dentre elas, as que mais despertam medo são as peçonhentas.
Animais peçonhentos são aqueles que produzem veneno muito concentrado e possuem, em seu corpo, uma estrutura capaz de inocular (“injetar”) essa substância: a peçonha. No caso das serpentes peçonhentas, elas possuem dentes com modificações que permitem com que isso seja feito.
As serpentes peçonhentas do Brasil possuem algumas características em comum que permitem com que sejam identificadas e diferenciadas das espécies que não inoculam veneno, tais como as jiboias, salamantas, sucuris, dormideiras e caninanas.
A primeira característica é a presença da fosseta loreal, uma estrutura que fica entre os olhos e as narinas da serpente.
Cobras peçonhentas têm fosseta loreal (seta)
Cobras peçonhentas têm fosseta loreal (seta).
Todas as serpentes peçonhentas do Brasil possuem essa estrutura, somente a coral-verdadeira que não.
A cobra coral é uma serpente facilmente identificável, já que possui um padrão de cor bem conhecido, com a presença de anéis vermelhos, pretos e brancos em todo o seu comprimento (algumas vezes, amarelo também, geralmente substituindo a cor branca). No entanto, existem as corais verdadeiras, que são peçonhentas; e também as falsas. Todas elas são muito parecidas, sendo bem difícil distingui-las.
Cobra coral verdadeira ou falsa?
Cobra coral verdadeira ou falsa?
Exceto as corais-verdadeiras, todas as outras serpentes peçonhentas possuem cabeça triangular.
Além de cabeça triangular, a jararaca, urutu-cruzeiro, jararacuçu, jararacão, cortiara e caiçara; possuem um padrão na pele bem interessante: manchas semelhantes a “V” invertidos (ou um gancho de telefone).
Jararaca: cobra peçonhenta
Jararaca: cobra peçonhenta.
Urutu-cruzeiro: cobra peçonhenta
Urutu-cruzeiro: cobra peçonhenta.
Quanto às cascavéis, além da cabeça triangular, elas apresentam uma espécie de chocalho, no fim de sua cauda. Com essa estrutura, tal serpente produz sons, afastando seus predadores.
Cobra cascavel
Cobra cascavel.
Finalmente, sobre as surucucus e surucutingas, tais serpentes possuem a cauda com escamas arrepiadas, e ponta lisa e afilada.
Cauda das cobras peçonhentas do Brasil
Cauda das cobras peçonhentas do Brasil.

o mundo das aranhas


as aranhas são insetos que é da classe dos artrópodes.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Tartarugas de couro

A tartaruga-de-couro, tartaruga-gigante, tartaruga-de-cerro ou tartaruga-de-quilha (Dermochelys coriacea) é a maior das espécies de tartarugas e é muito diferente das outras tanto em aparência quanto em fisiologia. É a única espécie extante do gênero Dermochelys e da família Dermochelyidae.
A tartaruga-de-couro é a maior de todas as tartarugas, com tamanho médio em torno de 2 m de comprimento por 1,5 m de largura e 700 kg de massa, embora já tenha sido encontrado um exemplar considerado o maior já registrado, com 900 kg e 3 m de comprimento . Tem uma carapaça negra, constituída de tecido macio. A carapaça não se liga ao plastrão em ângulo, como nas outras tartarugas, mas sim em uma curva suave, dando ao animal uma aparência semi-cilíndrica. Vive sempre em alto-mar, aproximando-se do litoral apenas para desova e se alimenta preferencialmente de águas-vivas , medusas e ascídias.
Suas principais características são: crânio muito forte; presença de palato secundário; cabeça parcialmente ou não retrátil; extremidades em forma de nadadeiras não retráteis cobertas por numerosas placas pequenas (com dedos alongados e firmemente presos por tecido conjuntivo); as garras são reduzidas, etc. No mar, tais animais chegam a atingir até 35 km/h.[1]
Seu casco (carapaça) é composto por uma camada de pele fina e resistente e milhares de placas minúsculas de osso, formando sete quilhas ao longo do comprimento; apenas os filhotes apresentam placas córneas, daí o nome popular: de-couro; a coloração é cinzenta-escura ou preta, com pontos brancos. Muito pouco se sabe sobre a espécie vida. Alguns relatos afirmam que "30 anos ou mais", enquanto outros afirmam "80 anos ou mais".