sábado, 20 de dezembro de 2014

Sistema Respiratório



A respiração é uma das características essenciais dos seres vivos. Resume-se na absorção pelo organismo de oxigênio (O2), e a eliminação do gás carbônico (CO2) resultante das oxidações celulares. No corpo humano esse processo é realizado pelo sistema respiratório. Em nosso organismo, o alimento é absorvido no intestino e conduzido pelo sangue até as células, onde é quebrado no processo de respiração celular aeróbia que consome oxigênio, forma água e gás carbônico, com liberação de energia, para que ocorra esse processo é preciso uma fonte de energia sendo a principal fonte a glicose, proveniente da digestão de carboidratos. Durante a produção de energia, também ocorre a produção de calor (homeotermos).
Órgãos do sistema respiratório
Órgãos do sistema respiratório
O oxigênio, indispensável à produção de energia no corpo, é obtido do ar atmosférico, onde também é eliminado o gás carbônico. As trocas gasosas acontecem no organismo humano em diversos níveis:
  • Entre o sangue e os tecidos do corpo: passando pelos tecidos, o sangue se torna pobre em oxigênio, que entra nas células e rico em gás carbónico, resíduo de respiração aeróbia realizada por elas;
  • Entre os pulmões e o sangue: transporte dos gases, que se inicia com a difusão do oxigênio do ar dos pulmões para o interior de vasos sanguíneos, sendo a difusão do gás carbônico na direção inversa.
Movimentos Respiratórios: chamamos de inspiração a entrada do ar nos pulmões e expiração  o movimento de saída do ar dos pulmões para o meio externo. A respiração é controlada automaticamente por um centro nervoso situado na medula espinal. Em circunstâncias normais o centro nervoso produz impulso nervoso que estimula a contração da musculatura torácica do diafragma, fazendo-nos inspirar.
O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses órgãos são:

sistema circulatorio

Sistema circulatório

O coração e os vasos sanguíneos e o sangue formam o sistema cardiovascular ou circulatório. A circulação do sangue permite o transporte e a distribuição de nutrientes, gás oxigênio e hormônios para as células de vários órgãos. O sangue também transporta resíduos do metabolismo para que possam ser eliminados do corpo.

O coração
O coração de uma pessoa tem o tamanho aproximado de sua mão fechada, e bombeia o sangue para todo o corpo, sem parar; localiza-se no interior da cavidade torácica, entre os dois pulmões. O ápice (ponta do coração) está voltado para baixo, para a esquerda e para frente. O peso médio do coração é de aproximadamente 300 gramas, variando com o tamanho e o sexo da pessoa.
Observe o esquema do coração humano, existem quatro cavidades:
  • Átrio direito e átrio esquerdo, em sua parte superior;
  • Ventrículo direito e ventrículo esquerdo, em sua parte inferior.
O sangue que entra no átrio direito passa para o ventrículo direito e o sangue que entra no átrio esquerdo passa para o ventrículo esquerdo. Um átrio não se comunica com o outro átrio, assim como um ventrículo não se comunica com o outro ventrículo. O sangue passa do átrio direito para o ventrículo direito através da valva atrioventricular direita; e passa do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo através da valva atrioventricular esquerda.


O coração humano um órgão cavitário (que apresenta cavidade), basicamente constituído por três camadas:
  • Pericárdio – é a membrana que reveste externamente o coração, como um saco. Esta membrana propicia uma superfície lisa e escorregadia ao coração, facilitando seu movimento ininterrupto;
  • Endocárdio – é uma membrana que reveste a superfície interna das cavidades do coração;
  • Miocárdio – é o músculo responsável pelas contrações vigorosas e involuntárias do coração; situa-se entre o pericárdio e o endocárdio.
Quando, por algum motivo, as artérias coronárias – ramificações da aorta – não conseguem irrigar corretamente o miocárdio, pode ocorrer a morte (necrose) de células musculares, o que caracteriza o infarto do miocárdio.
Existem três tipos básicos de vasos sanguíneos em nosso corpo: artérias, veias e capilares.
 
Artérias
As artérias são vasos de paredes relativamente espessa e muscular, que transporta sangue do coração para os diversos tecidos do corpo. A maioria das artérias transporta sangue oxigenado (rico em gás oxigênio), mas as artérias pulmonares transportam sangue não oxigenado (pobre em gás oxigênio) do coração até os pulmões. A aorta é a artéria mais calibrosa (de maior diâmetro) do corpo humano.

sistema locomotor

Músculos do corpo humano
Músculos do corpo humano
Os músculos estão envolvidos em todo e qualquer tipo de movimento que o organismo pode realizar. Metade do peso corporal provém deles. São órgãos que podem ser de três tipos: liso, estriado cardíaco e estriado esquelético.
O músculo liso é encontrado na parede de órgãos ocos, e apresenta contração involuntária. É o único tipo de músculo presente nos animais invertebrados.
O músculo estriado cardíaco constitui o miocárdio (músculo do coração) e apresenta contração involuntária.
O músculo estriado esquelético constitui a maior parte do nosso organismo. Os músculos dessa categoria são responsáveis pelas contrações e movimentos voluntários do corpo. Podem ter seu volume e tamanho aumentados com exercícios físicos. Esses músculos ligam-se aos ossos por meio de tendões. Quando um músculo se movimenta, ele se contrai e puxa o osso ao qual está ligado, mas para que ocorra o movimento, o outro músculo também precisa se contrair para o lado contrário.
SISTEMA ESQUELÉTICO
Esqueleto humano
O sistema esquelético é formado por um conjunto de ossos que podem ser de vários tipos (longos, chatos, curtos e irregulares). Além da sustentação do corpo, os ossos também produzem células do sangue e servem como reserva de cálcio. Ligados aos músculos por meio de tendões, realizam movimentos responsáveis pela locomoção.
Na união dos ossos existem cartilagens, que são responsáveis por não deixarem que ocorra atrito e eventual desgaste ósseo.
Do esqueleto fazem parte também os ligamentos. Eles são encontrados nas articulações e se prendem firmemente nos tecidos ósseos.  Às vezes pode ocorrer ruptura desses ligamentos, em casos mais graves a intervenção cirúrgica pode ser necessária.
Por Paula Louredo
Graduada em Biologia

as plantas

As plantas, também chamadas de vegetais, são seres vivos, já que nascem, crescem e morrem. Além disso, possuem capacidade de reprodução, ou seja: de dar origem a novas plantas.
Vegetais podem ser encontrados no solo (terrestres), na água (aquáticos), ou presos nos galhos de outras plantas ou em cercas (aéreos). Quanto ao tipo de clima, podem ser encontrados desde em desertos até em regiões do planeta ricas em gelo.


Esses seres vivos apresentam muitas variações. Podemos encontrar plantas pequenas e outras gigantescas, como algumas árvores da Amazônia. Além disso, há espécies que vivem muito pouco tempo; e outras, centenas de anos.

Algumas plantas nascem naturalmente, pois suas sementes são levadas para outros lugares pelo vento, pela água das chuvas, ou mesmo junto com alguns animais. Outras plantas nascem porque o ser humano planta, seja em jardins, hortas ou em grandes áreas. Nesses casos, falamos que elas são cultivadas.

Algumas partes das plantas são:


Folhas: responsáveis pela transpiração, respiração e alimentação das plantas.

Flores: responsáveis pela formação do fruto e da semente.

Frutos:
responsáveis pela proteção da semente.


Sementes:
responsáveis pelo nascimento de novas plantas.

Caule: responsável pela sustentação da planta e por levar água e sais minerais da raiz para as outras partes dela.

Raiz: responsável pela retirada de água e sais minerais do solo para a planta, e pela sustentação dela.

* Mas vale lembrar que nem todas as plantas possuem todas essas estruturas.

Plantas inteiras, ou somente partes delas, são usadas na alimentação. Veja alguns exemplos:


- Folhas: alface, agrião e espinafre.
- Flores: couve-flor, alcachofra e brócolis.
- Frutos: goiaba, azeitona e abacate.
- Sementes: arroz, milho e feijão.
- Caule: batata-inglesa, cebola e cana-de-açúcar.
- Raiz: mandioca, beterraba e cenoura.

Partes de plantas também são usadas por nós para outras coisas, como construção de objetos com a madeira (retirada do tronco das árvores) e a fabricação de papel e de remédios. Além disso, plantas inteiras ou suas flores são usadas para embelezar jardins, canteiros e praças.


As plantas são capazes de produzir seu próprio alimento, por meio de um processo chamado fotossíntese. Para a fotossíntese ocorrer, é necessária a luz do sol, água e gás carbônico (CO2). Ao final, a planta libera oxigênio (O2), muito importante para a respiração de muitos seres vivos, como os seres humanos e outros animais.
Por Mariana Araguaia
Bióloga, especialista em Educação Ambiental
Equipe Escola Kids

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

os maiores mamiferos

Confira as Principais informações sobre a  Espécie de Baleia Jubarte – um incrível mamífero aquático, Veja Fotos do Animal, Hábitos e Vida.
Baleia Jubarte   Vida, Alimentação, Curiosidades, Fotos da Baleia baleia jubarte
Hábitos e Vida
A baleia jubarte é uma espécie que habita todos os oceanos, e assim como outras espécies de baleias, a jubarte realiza uma migração anual.
Durante o verão ela se dirige para as águas polares para se alimentar e durante o inverno migra para águas tropicais e subtropicais para acasalar e dar à luz seus filhotes.  As áreas de reprodução da espécie são tipicamente próximas a ilhas ou continentes e/ou associadas a ambientes coralíneos. A espécie se reproduz ao longo da costa nordeste do Brasil e o Banco dos Abrolhos, é o maior berço reprodutivo do atlântico sul.
As Jubartes podem ter filhotes em anos consecutivos, porém geralmente o intervalo entre os nascimento é de 2 a 3 anos; sempre nasce um único filhote que mede de 4 a 4,5 metros e pesa por volta de 800 a 1000 Kg. Após o nascimento as baleias jubarte permanecem o tempo todo ao lado de seus filhotes, mantendo um contato corporal intenso, como forma deproteção.
Alimentação da Baleia Jubarte: Consomem krill, um pequeno crustáceo semelhante ao camarão – há em abundância nos mares polares durante o verão – e alguns Peixes.
Curiosidades da Baleia Jubarte:
Baleia Jubarte   Vida, Alimentação, Curiosidades, Fotos da Baleia rabo de uma baleia jubarte
Saltos: a Jubarte consegue projetar 2/3 ou mais do comprimento total do seu corpo para fora da água. Geralmente ocorre rotação total ou parcial do corpo, podendo o salto ser único ou em série.
Cauda da Baleia: A baleia expõe sua nadadeira caudal antes de um mergulho, ou permanece com o corpo em posição vertical, com a cabeça apontada para o fundo e as peitorais auxiliando no equilíbrio.
Técnica de Caça das Baleias: “A rede de bolhas” é uma estratégia de alimentação exclusiva da espécie, na qual a baleia mergulha sob o cardume de Krill e pequenos peixes e libera pequenas bolhas de ar, que aprisionam o cardume, facilitando assim a sua captura.
Canto das Baleias: Os machos cantam durante a temporada reprodutiva, provavelmente com a função de atrair as fêmeas e/ou afastar outros machos. Essas canções são constituídas por frases repetitivas chamadas temas, cantadas em longas seqüências de repetição.
Amamentação: durante o perído os pesquisadores freqüentemente observam a fêmea com o corpo em posição vertical, com a cabeça voltada para o fundo do mar e a nadadeira caudal exposta acima da superfície. Supõe-se que desta forma as glândulas mamárias permanecem mais próximas da superfície, permitindo que o filhote suba para respirar com maior facilidade
CARACTERÍSTICAS

O Peixe Palhaço Comum, costuma ter três listras brancas de contorno negro que atravessam o corpo alaranjado. A listra central de projeta pra frente. Talvez um dos peixes mais conhecidos do mundo, o Peixe Palhaço é encontrado em vários locais do mundo. O gênero possuí inúmeras espécies que variam de peixes com uma listra a 4 listras e do amarelo ao laranja escuro e do vermelho ao preto. A nadadeira dorsal, a ventral e a anal também são cores variadas depedendo da espécie. Já as peitorais, a caudal e o focinho são laranjas ou amareladas. Atinge até 12 cm. Este peixe é pequenos, ágeis, brilhantes e muito belos. Todas as nadadeiras são arredondadas, apresentama mesma coloração do corpo e são marcadas por listras negras e brancas.O centro do olho é negro, e a cabeça, grande. O peixe-palhaço ou anfitrião passa todo o tempo perto das anêmonas-do-mar. Ele se esconde do perigo e dorme no meio dos tentáculos venenosos da anêmona. Às vezes, chega mesmo a roubar alimento da boca de sua protetora, embora também traga comida para um lugar onde ela alcance. Este pequeno peixe, ao contrário de outros, está a salvo dos ferrões da anêmona. Os peixes pertencentes à família Pomacentridae, conhecidos vulgarmente como "Peixes anêmona" tiveram seu nome originário do relacionamento com as anêmonas do mar. Normalmente se abrigam entre os tentáculos da anêmona do mar, protegendo-se do seu veneno com uma camada de muco, pois os tentáculos das anêmonas são urticantes e afugentam todos os outros peixes. A sua maneira desalinhada de nadar lhes deu o nome "peixe-palhaço". Esse peixe é forte e perfeito para aquaristas iniciantes. O motivo pelo qual o peixe-palhaço não sofre os efeitos das células urticantes da anêmona ainda não é bem conhecido. Alguns cientistas acreditam que o muco que recobre o peixe protege-o contra o veneno. Entretanto, somente os peixes-palhaços sadios estão protegidos. Os doentes são mortos pela anêmona.


LOCALIZAÇÃO

O peixe-palhaço ou anfitrião é encontrado nos oceanos Atlântico e Pacífico.



REPRODUÇÃO

É pequeno, ágil e de colorido brilhante. A fêmea põe seus ovos na base de uma anêmona-do-mar. A espécie do pequeno aventureiro não sabe falar, mas se comunica por uma série de estampidos e gorjeios que só agora foram devidamente compreendidos pelos cientistas. Em um estudo publicado na revista “Science”, pesquisadores revelam o segredo da comunicação dos peixinhos: "o queixo".


AMBIENTE QUE VIVEM

Temperatura entre 24 e 30 ºC, densidade entre 1020 e 1023. Fundo de pedras, apropriado para a manutenção de anêmonas gigantes.



COMPORTAMENTO

Uma característica peculiar dos peixes palhaços é a relação de protocooperação que existe entre eles e as anêmonas. O peixe palhaço dorme e se esconde do perigo no meio dos tentáculos venenosos das anêmonas e não é envenenado devido a uma camada de muco que recobre o peixe protegendo-o do veneno das anêmonas. Além disso, ele limpa e retira parasita de sua ‘protetora’.As anêmonas fornecem abrigo contra predadores e proteção aos ovos dos palhaços, enquanto que os palhaços fazem a limpeza da anêmona retirando possíveis parasitas, sujeira e pele morta. Cada espécie de peixe palhaço tem uma espécie de anêmona específica. Portanto antes de comprar a anêmona e o peixe palhaço, verifique se são compatíveis. Caso contrário o peixe não ficará entre os tentáculos da anêmona.
Existem na região da Bahia criadores que já conseguem a reprodução deste peixe em cativeiro. Seus sons, usados tanto na hora da reprodução quanto quando eles estão sofrendo, foram registrados pela primeira vez em 1930. Os barulhos que a espécie faz são formados por oito tipos de “pulsos” diferentes, que não correspondem com nada que já tinha sido visto em outros peixes. Por isso, os cientistas liderados por Anthony Herrel, da Universidade da Antuérpia, na Bélgica, resolveram mergulhar fundo nesse mistério. Eles estudaram os movimentos que os peixes-palhaços faziam quando se comunicavam e descobriram que os sons vinham de um par de tendões que, aparentemente, são exclusivos da família que inclui a espécie. Eles abrem a boca ao levantar as cabeças e abaixar um mecanismo que segura a língua. Quando a boca abre, esses tendões são esticados até o ponto de fazerem um estalo, forçando a boca a fechar e os dentes a baterem. Veja o vídeo ao lado para entender melhor. Primeiro mistério resolvido, agora o grupo vai tentar desvendar outro: um som vibratório, que deve ser causado por alguma outra estrutura – provavelmente a mandíbula.

tudo sobre o dragão de comodo


 

Origem: O dragão de Komodo é o maior dos lagartos que existem na terra. Habita na ilha de Komodo na Indonésia, e em outras pequenas ilhas adjacentes.

Alimentação: Este incrível gigante é um predador notável, já que por regra não mata instantaneamente a sua presa; morde, e a infecção causada pela sua mordedura vai acabar por matar o animal, ou mesmo o humano, ao fim de alguns dias. Depois, quando cheira a carne putrefacta - e o dragão consegue captar o cheiro até 7 km de distância! - dirige-se ao local, para então fazer o seu banquete. Como a carne já está em adiantado estado de putrefacção, os dragões arrancam pedaços com a boca e com as enormes unhas que possuem. O que normalmente acontece é que vários dragões chegam à mesma presa e ao mesmo tempo, sendo então a refeição partilhada, de forma hierárquica, mas sempre com algumas lutas entre eles. A hierarquia é estabelecida pelo tamanho corporal e força dos animais. As presas preferidas dos dragões de Komodo são os búfalos, os javalis, os cervos, os cavalos e os macacos.

Perigo para as populações: Nestas ilhas, as habitações são construídas sobre estacas, dado que desde sempre muitos habitantes morreram, em virtude dos ataques destes bichos, que por vezes invadem as aldeias. Até há poucos anos, quase todos os humanos que eram mordidos acabavam por morrer. Com a evolução dos fármacos e com assistência mais rápida, começaram a ser salvas algumas pessoas, que ficam para sempre marcadas nas zonas afectadas pela mordedura. Outro aspecto que levou a algumas mortes foi o facto de só em pleno século XX, por volta de 1910, se ter dado a devida atenção a este animal, e às consequências da sua terrível mordedura.Para se ter uma ideia do cocktail de bactérias existente na saliva destes bichos, se um dragão de Komodo se morder a ele próprio, acaba por morrer com as bactérias provenientes da sua própria boca!

Reprodução: Para a reprodução, as fêmeas fazem buracos no chão, onde depositam entre 24 e 30 ovos, que eclodem cerca de 40 dias após a postura. Muitos dos dragões que vão nascer nunca vão atingir a idade adulta. Alguns morrem às garras de outros predadores, outros são devorados por elementos da sua própria espécie. No entanto, estima-se que existam cerca de 5000 indivíduos desta espécie, número que se tem mantido estável.

Tamanho, peso e longevidade: Um dragão de Komodo pode medir até 3,00 m, pesar 120 kg e viver até 50 anos.