sábado, 20 de dezembro de 2014

sistema nervoso

Sistema Nervoso



O sistema nervoso  é responsável pela maioria das funções de controle em um organismo, coordenando e regulando as atividades corporais. O neurônio é a unidade funcional deste sistema.

Neurônio

O neurônio é a unidade funcional do sistema nervoso. Os neurônios comunicam-se através de sinapses; por eles propagam-se os impulsos nervosos. Anatomicamente o neurônio é formado por: dendrito, corpo celular e axônio. A transmissão ocorre apenas no sentido do dendrito ao axônio.
Estrutura de um neurônio. Ilustração: Designua / Shutterstock.com [adaptado]
Estrutura de um neurônio. Ilustração: Designua / Shutterstock.com [adaptado]
O sistema nervoso é divido em Sistema Nervoso Central e Sistema Nervoso Periférico.

Sistema Nervoso Central

Principais componentes do Sistema Nervoso Central:

Medula espinhal

A medula espinhal é o centro dos arcos reflexos. Encontra-se organizada em segmentos (região cervical, lombar, sacral, caudal, raiz dorsal e ventral). É uma estrutura subordinada ao cérebro, porem pode agir independente dele.

Cérebro

O cérebro está relacionado com a maioria das funções do organismo como a recepção de informações visuais nos vertebrados, movimentos do corpo que requerem coordenação de grande número de partes do corpo. O cérebro encontra-se protegido pelas meninges: pia-máter, dura-máter e aracnóide.
O encéfalo dos mamíferos é dividido em: telencéfalo (cérebro), diencéfalo (tálamo e hipotálamo), mesencéfalo (teto), metencéfalo (ponte e cerebelo) e mielencéfalo (bulbo).

Bulbo ou medula oblonga

O bulbo tem a função relacionada com a respiração e é considerado um centro vital. Também está relacionado com os reflexos cardiovasculares e transmissão de informações sensoriais e motoras.

Cerebelo

O cerebelo é responsável pelo controle motor. A organização básica do cerebelo é praticamente a mesma em todos os vertebrados, diferindo apenas no número de células e grau de enrugamento. Pesquisas recentes sugerem que a principal função do cerebelo seja a coordenação sensorial e não só o controle motor.

Ponte

A função da ponte é transmitir as informações da medula e do bulbo até o córtex cerebral. Faz conexão com centros hierarquicamente superiores.
O córtex sensorial coordena os estímulos vindos de várias partes do sistema nervoso. O córtex motor é responsável pelas ações voluntárias e o córtex de associação está relacionado com o armazenamento da memória.

Principais divisões do Sistema Nervoso Periférico

O SNP pode ser divido em voluntário e autônomo.

Sistema Nervoso Voluntário

Está relacionado com os movimentos voluntários. Os neurônios levam a informação do SNC aos músculos esqueléticos, inervando-os diretamente. Pode haver movimentos involuntários.

Sistema Nervoso Autônomo

Está relacionado com os movimentos involuntários dos músculos como não-estriado e estriado cardíaco, sistema endócrino e respiratório.
É divido em simpático e parassimpático. Eles têm função antagônica sobre o outro. São controlados pelo SNC, principalmente pelo hipotálamo e atuam por meio da adrenalina e da acetilcolina. O mediador químico do SNA simpático é a acetilcolina e a adrenalina, enquanto do parassimpático é apenas a acetilconlina.

Arco reflexo

Os atos reflexos são reações involuntárias que envolvem impulsos nervosos, percorrendo um caminho chamado arco reflexo.
Um exemplo muito conhecido de arco reflexo é o reflexo patelar. O tendão do joelho é o órgão receptor do estímulo. Quando recebe o estímulo (ex. uma pancada) os dendritos dos neurônios ficam excitados. O impulso é transmitido aos neurônios associativos por meio de sinapses, que por sua vez transmitem o impulso aos neurônios motores.
Os neurônios associativos levam a informação ao encéfalo e os neurônios motores excitam os músculos da coxa, fazendo com que a perna se movimente.
Veja: Tecido Nervoso, Histologia do Sistema Nervoso
Componentes do sistema digestório
Componentes do sistema digestório
Os órgãos do sistema digestório propiciam a ingestão e nutrição do que ingerimos, permitindo com que seja feita a absorção de nutrientes, além da eliminação de partículas não utilizadas pelo nosso organismo, como a celulose.

Para que haja a digestão, o alimento deve passar por modificações físicas e químicas ao longo deste processo, iniciado na boca.

Boca

A maioria dos mamíferos mastiga o alimento antes desse atravessar a faringe. Tal ato permite sua diminuição, umidificação e, em alguns casos, o contato com enzimas digestivas presentes na saliva (amilase e ptialina), que são responsáveis pela transformação de glicogênio e amido em maltose. Nessa fase da digestão, a língua tem um importante papel: além de auxiliar na diminuição e diluição do alimento, permite a captura de sabores, estimulando a produção de saliva. Os sais presentes nesta última neutralizam a possível acidez do alimento.

Faringe – Esôfago

Após a mastigação, o bolo alimentar passa pela faringe e é direcionado para o esôfago. Lá, movimentos peristálticos permitem que o bolo seja direcionado ao estômago. Tal processo mecânico permite, além desta função, misturá-lo aos sucos digestivos. Algumas aves possuem nesse órgão uma região conhecida popularmente como papo, onde o alimento é armazenado e amolecido.

Estômago

No estômago, o suco gástrico – rico em ácido clorídrico, pepsina, lipase e renina – fragmenta e desnatura proteínas do bolo alimentar, atua sobre alguns lipídios, favorece a absorção de cálcio e ferro, e mata bactérias. Este órgão, delimitado pelo esfíncter da cárdia, entre ele e o esôfago; e pelo esfíncter pilórico, entre o intestino, permite que o bolo fique retido ali, sem que ocorram refluxos. Durante, aproximadamente, três horas, água e sais minerais são absorvidos nesta cavidade. O restante, agora denominado “quimo”, segue para o intestino delgado.

Intestino delgado

No intestino delgado ocorre a maior parte da digestão e absorção do que foi ingerido. Este órgão é compreendido pelo duodeno, jejuno e íleo, e o processo se inicia nessa primeira porção. Lá, com auxílio do suco intestinal, proteínas se transformam em aminoácidos, e a maltose e alguns outros dissacarídeos são digeridos, graças a enzimas como a enteroquinase, peptidase e carboidrase.

No duodeno há, também, o suco pancreático, que é lançado do pâncreas através do canal de Wirsung. Este possui bicarbonato de sódio, tripsina, quimiotripsina, lipase pancreática e amilopsina em sua constituição, que permitem com que seja neutralizada a acidez do quimo, proteínas sejam transformadas em oligopeptídios, lipídios resultem em ácidos graxos e glicerol, carboidratos sejam reduzidos a maltose e DNA e RNA sejam digeridos. A bile, produzida no fígado, quebra gorduras para que as lipases pancreáticas executem seu papel de forma mais eficiente.

A digestão se encerra na segunda e terceira porção do intestino delgado, pela ação do suco intestinal. Suas enzimas: maltase, sacarase, lactase, aminopeptidases, dipeptidases, tripeptidases, nucleosidades e nucleotidases; permitem que moléculas se reduzam a nutrientes e estes sejam absorvidos e lançados no sangue, com auxilio das vilosidades presentes no intestino. O alimento passa a ter aspecto aquoso, esbranquiçado, e é chamado, agora, de quilo.

Intestino grosso

O quilo se encaminha para o intestino grosso. Esse, dividido em apêndice, cólon e reto, absorve água e sais minerais e direciona a parte que não foi digerida do quilo para o reto, a fim de que seja eliminada pelas fezes. Bactérias da flora intestinal permitem a produção de vitaminas, como as K e B12.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
 O processo de digestão dos alimentos inicia-se na boca e é finalizado no ânus.

Sistema Respiratório



A respiração é uma das características essenciais dos seres vivos. Resume-se na absorção pelo organismo de oxigênio (O2), e a eliminação do gás carbônico (CO2) resultante das oxidações celulares. No corpo humano esse processo é realizado pelo sistema respiratório. Em nosso organismo, o alimento é absorvido no intestino e conduzido pelo sangue até as células, onde é quebrado no processo de respiração celular aeróbia que consome oxigênio, forma água e gás carbônico, com liberação de energia, para que ocorra esse processo é preciso uma fonte de energia sendo a principal fonte a glicose, proveniente da digestão de carboidratos. Durante a produção de energia, também ocorre a produção de calor (homeotermos).
Órgãos do sistema respiratório
Órgãos do sistema respiratório
O oxigênio, indispensável à produção de energia no corpo, é obtido do ar atmosférico, onde também é eliminado o gás carbônico. As trocas gasosas acontecem no organismo humano em diversos níveis:
  • Entre o sangue e os tecidos do corpo: passando pelos tecidos, o sangue se torna pobre em oxigênio, que entra nas células e rico em gás carbónico, resíduo de respiração aeróbia realizada por elas;
  • Entre os pulmões e o sangue: transporte dos gases, que se inicia com a difusão do oxigênio do ar dos pulmões para o interior de vasos sanguíneos, sendo a difusão do gás carbônico na direção inversa.
Movimentos Respiratórios: chamamos de inspiração a entrada do ar nos pulmões e expiração  o movimento de saída do ar dos pulmões para o meio externo. A respiração é controlada automaticamente por um centro nervoso situado na medula espinal. Em circunstâncias normais o centro nervoso produz impulso nervoso que estimula a contração da musculatura torácica do diafragma, fazendo-nos inspirar.
O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses órgãos são:

sistema circulatorio

Sistema circulatório

O coração e os vasos sanguíneos e o sangue formam o sistema cardiovascular ou circulatório. A circulação do sangue permite o transporte e a distribuição de nutrientes, gás oxigênio e hormônios para as células de vários órgãos. O sangue também transporta resíduos do metabolismo para que possam ser eliminados do corpo.

O coração
O coração de uma pessoa tem o tamanho aproximado de sua mão fechada, e bombeia o sangue para todo o corpo, sem parar; localiza-se no interior da cavidade torácica, entre os dois pulmões. O ápice (ponta do coração) está voltado para baixo, para a esquerda e para frente. O peso médio do coração é de aproximadamente 300 gramas, variando com o tamanho e o sexo da pessoa.
Observe o esquema do coração humano, existem quatro cavidades:
  • Átrio direito e átrio esquerdo, em sua parte superior;
  • Ventrículo direito e ventrículo esquerdo, em sua parte inferior.
O sangue que entra no átrio direito passa para o ventrículo direito e o sangue que entra no átrio esquerdo passa para o ventrículo esquerdo. Um átrio não se comunica com o outro átrio, assim como um ventrículo não se comunica com o outro ventrículo. O sangue passa do átrio direito para o ventrículo direito através da valva atrioventricular direita; e passa do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo através da valva atrioventricular esquerda.


O coração humano um órgão cavitário (que apresenta cavidade), basicamente constituído por três camadas:
  • Pericárdio – é a membrana que reveste externamente o coração, como um saco. Esta membrana propicia uma superfície lisa e escorregadia ao coração, facilitando seu movimento ininterrupto;
  • Endocárdio – é uma membrana que reveste a superfície interna das cavidades do coração;
  • Miocárdio – é o músculo responsável pelas contrações vigorosas e involuntárias do coração; situa-se entre o pericárdio e o endocárdio.
Quando, por algum motivo, as artérias coronárias – ramificações da aorta – não conseguem irrigar corretamente o miocárdio, pode ocorrer a morte (necrose) de células musculares, o que caracteriza o infarto do miocárdio.
Existem três tipos básicos de vasos sanguíneos em nosso corpo: artérias, veias e capilares.
 
Artérias
As artérias são vasos de paredes relativamente espessa e muscular, que transporta sangue do coração para os diversos tecidos do corpo. A maioria das artérias transporta sangue oxigenado (rico em gás oxigênio), mas as artérias pulmonares transportam sangue não oxigenado (pobre em gás oxigênio) do coração até os pulmões. A aorta é a artéria mais calibrosa (de maior diâmetro) do corpo humano.

sistema locomotor

Músculos do corpo humano
Músculos do corpo humano
Os músculos estão envolvidos em todo e qualquer tipo de movimento que o organismo pode realizar. Metade do peso corporal provém deles. São órgãos que podem ser de três tipos: liso, estriado cardíaco e estriado esquelético.
O músculo liso é encontrado na parede de órgãos ocos, e apresenta contração involuntária. É o único tipo de músculo presente nos animais invertebrados.
O músculo estriado cardíaco constitui o miocárdio (músculo do coração) e apresenta contração involuntária.
O músculo estriado esquelético constitui a maior parte do nosso organismo. Os músculos dessa categoria são responsáveis pelas contrações e movimentos voluntários do corpo. Podem ter seu volume e tamanho aumentados com exercícios físicos. Esses músculos ligam-se aos ossos por meio de tendões. Quando um músculo se movimenta, ele se contrai e puxa o osso ao qual está ligado, mas para que ocorra o movimento, o outro músculo também precisa se contrair para o lado contrário.
SISTEMA ESQUELÉTICO
Esqueleto humano
O sistema esquelético é formado por um conjunto de ossos que podem ser de vários tipos (longos, chatos, curtos e irregulares). Além da sustentação do corpo, os ossos também produzem células do sangue e servem como reserva de cálcio. Ligados aos músculos por meio de tendões, realizam movimentos responsáveis pela locomoção.
Na união dos ossos existem cartilagens, que são responsáveis por não deixarem que ocorra atrito e eventual desgaste ósseo.
Do esqueleto fazem parte também os ligamentos. Eles são encontrados nas articulações e se prendem firmemente nos tecidos ósseos.  Às vezes pode ocorrer ruptura desses ligamentos, em casos mais graves a intervenção cirúrgica pode ser necessária.
Por Paula Louredo
Graduada em Biologia

as plantas

As plantas, também chamadas de vegetais, são seres vivos, já que nascem, crescem e morrem. Além disso, possuem capacidade de reprodução, ou seja: de dar origem a novas plantas.
Vegetais podem ser encontrados no solo (terrestres), na água (aquáticos), ou presos nos galhos de outras plantas ou em cercas (aéreos). Quanto ao tipo de clima, podem ser encontrados desde em desertos até em regiões do planeta ricas em gelo.


Esses seres vivos apresentam muitas variações. Podemos encontrar plantas pequenas e outras gigantescas, como algumas árvores da Amazônia. Além disso, há espécies que vivem muito pouco tempo; e outras, centenas de anos.

Algumas plantas nascem naturalmente, pois suas sementes são levadas para outros lugares pelo vento, pela água das chuvas, ou mesmo junto com alguns animais. Outras plantas nascem porque o ser humano planta, seja em jardins, hortas ou em grandes áreas. Nesses casos, falamos que elas são cultivadas.

Algumas partes das plantas são:


Folhas: responsáveis pela transpiração, respiração e alimentação das plantas.

Flores: responsáveis pela formação do fruto e da semente.

Frutos:
responsáveis pela proteção da semente.


Sementes:
responsáveis pelo nascimento de novas plantas.

Caule: responsável pela sustentação da planta e por levar água e sais minerais da raiz para as outras partes dela.

Raiz: responsável pela retirada de água e sais minerais do solo para a planta, e pela sustentação dela.

* Mas vale lembrar que nem todas as plantas possuem todas essas estruturas.

Plantas inteiras, ou somente partes delas, são usadas na alimentação. Veja alguns exemplos:


- Folhas: alface, agrião e espinafre.
- Flores: couve-flor, alcachofra e brócolis.
- Frutos: goiaba, azeitona e abacate.
- Sementes: arroz, milho e feijão.
- Caule: batata-inglesa, cebola e cana-de-açúcar.
- Raiz: mandioca, beterraba e cenoura.

Partes de plantas também são usadas por nós para outras coisas, como construção de objetos com a madeira (retirada do tronco das árvores) e a fabricação de papel e de remédios. Além disso, plantas inteiras ou suas flores são usadas para embelezar jardins, canteiros e praças.


As plantas são capazes de produzir seu próprio alimento, por meio de um processo chamado fotossíntese. Para a fotossíntese ocorrer, é necessária a luz do sol, água e gás carbônico (CO2). Ao final, a planta libera oxigênio (O2), muito importante para a respiração de muitos seres vivos, como os seres humanos e outros animais.
Por Mariana Araguaia
Bióloga, especialista em Educação Ambiental
Equipe Escola Kids

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

os maiores mamiferos

Confira as Principais informações sobre a  Espécie de Baleia Jubarte – um incrível mamífero aquático, Veja Fotos do Animal, Hábitos e Vida.
Baleia Jubarte   Vida, Alimentação, Curiosidades, Fotos da Baleia baleia jubarte
Hábitos e Vida
A baleia jubarte é uma espécie que habita todos os oceanos, e assim como outras espécies de baleias, a jubarte realiza uma migração anual.
Durante o verão ela se dirige para as águas polares para se alimentar e durante o inverno migra para águas tropicais e subtropicais para acasalar e dar à luz seus filhotes.  As áreas de reprodução da espécie são tipicamente próximas a ilhas ou continentes e/ou associadas a ambientes coralíneos. A espécie se reproduz ao longo da costa nordeste do Brasil e o Banco dos Abrolhos, é o maior berço reprodutivo do atlântico sul.
As Jubartes podem ter filhotes em anos consecutivos, porém geralmente o intervalo entre os nascimento é de 2 a 3 anos; sempre nasce um único filhote que mede de 4 a 4,5 metros e pesa por volta de 800 a 1000 Kg. Após o nascimento as baleias jubarte permanecem o tempo todo ao lado de seus filhotes, mantendo um contato corporal intenso, como forma deproteção.
Alimentação da Baleia Jubarte: Consomem krill, um pequeno crustáceo semelhante ao camarão – há em abundância nos mares polares durante o verão – e alguns Peixes.
Curiosidades da Baleia Jubarte:
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Saltos: a Jubarte consegue projetar 2/3 ou mais do comprimento total do seu corpo para fora da água. Geralmente ocorre rotação total ou parcial do corpo, podendo o salto ser único ou em série.
Cauda da Baleia: A baleia expõe sua nadadeira caudal antes de um mergulho, ou permanece com o corpo em posição vertical, com a cabeça apontada para o fundo e as peitorais auxiliando no equilíbrio.
Técnica de Caça das Baleias: “A rede de bolhas” é uma estratégia de alimentação exclusiva da espécie, na qual a baleia mergulha sob o cardume de Krill e pequenos peixes e libera pequenas bolhas de ar, que aprisionam o cardume, facilitando assim a sua captura.
Canto das Baleias: Os machos cantam durante a temporada reprodutiva, provavelmente com a função de atrair as fêmeas e/ou afastar outros machos. Essas canções são constituídas por frases repetitivas chamadas temas, cantadas em longas seqüências de repetição.
Amamentação: durante o perído os pesquisadores freqüentemente observam a fêmea com o corpo em posição vertical, com a cabeça voltada para o fundo do mar e a nadadeira caudal exposta acima da superfície. Supõe-se que desta forma as glândulas mamárias permanecem mais próximas da superfície, permitindo que o filhote suba para respirar com maior facilidade